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De repente 33

setembro 27, 2009

E eis que chegou o dia:  TRINTA E TRÊS!

Assim mesmo, em maiúsculo e bem sonoro, como aqueles solicitados pelos médicos para ouvir alguma coisa que eu nunca descobri o que é.

E é bem assim,  sem querer descobrir o que há de se diagnosticar com a chegada dos trinta e três anos, que começo a escrever. Sei que pelos registros encontrados, trinta e três é um número de bom agouro e explorado pelas sociedades secretas desde a antiguidade.

O número trinta e três também é conhecido pela idade de Cristo e de Alexandre, o grande. E por isso talvez represente, para alguns, um ápice.

Mas eu prefiro destacar que trinta e três é o numero de vértebras que um ser humano tem ao longo de sua coluna, assim lembro-me de toda a “coluna vertebral” criada pelas experiências vividas nesses trinta e três anos. Base para a minha sustentação.

E assim como as trinta e três vértebras da coluna, os meus trinta e três anos são constituídos de materiais fibrosos e gelatinosos: Dúvidas, medos, incertezas, decepções e tristeza que deixam a vida um pouco mais “fibrosa”, mas também crenças, descobertas, aventuras e alegrias, que desempenharam a função de amortecer e me alavancar até hoje. Por isso meus trinta e três anos também servem de apoio para as outras partes do meu esqueleto, e me ajudam a sustentar os próximos anos que vierem.

Mas eu, como legítima Remista (também com R maiúsculo), não poderia deixar passar a oportunidades de lembrar que trinta e três também é tabu.   O maior regional do Brasil, no futebol. Onde o meu time do coração, Clube do Remo, ficou 33 jogos sem perder para o timinho (Paysandu), entre 1992 e 1997.

Como vocês podem ver. Trinta e três é um número auspicioso e quiçá, tempo de marcos  e grandes lembranças.

Feliz trinta e três anos para mim!