Archive for the ‘Carneiro’ Category

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Viver é melhor que sonhar

maio 11, 2010

http://psol-para.blogspot.com/

Porque viver é melhor que sonhar!

 

Pelo que sonhamos juntos

Pelo que já realizamos juntos

E por tudo que ainda virá.

És meu candidato. A esse e a outros cargos!

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Por tua chegada

abril 15, 2010

Obrigada por ter começado este ano comigo.

Por ter chegado logo nas primeiras horas de 2010 e ter me envolvido com uma simplicidade de quem ganha um pirulito.

Vieste acompanhada de coisas que há tempos eu não dava a devida importância, e abriste meus olhos para enxergar que te procurei em tantos lugares, mas esqueci daqueles mais óbvios.

Sorrisos que estavam sempre ao meu lado passaram a ser mais especiais ainda, após a tua chegada. Sem dúvida nenhuma 2010 já anunciava a que vinha: realização de sonhos, sorrisos de satisfação, lágrimas de alegria (e muita), e certeza de que sempre estivestes aqui, brincando de ‘pira esconde’, mas cansada de não ser achada, mudaste a brincadeira para a ‘cantiga de roda’.

Por isso dei as mãos e comecei a cantar, embalada por uma roda de felicidade que eu nem imaginava que chegaria tão longe… Já estamos no quarto mês do ano e eu continuo brincando contigo.

É felicidade, acho que desta vez vieste pra ficar.

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Proibido retornar

novembro 3, 2009

proibido retornar

“Os curiosos atrapalham o trânsito
Gentileza é fundamental
Não adianta esquentar a cabeça
Não precisa avançar no sinal
Dando seta pra mudar de pista
Ou pra entrar na transversal
Pisca alerta pra encostar na guia
Pára brisa para o temporal
Já buzinou, espere, não insista,
Desencoste o seu do meu metal
Devagar pra contemplar a vista
Menos peso do pé no pedal”
(Rua da Passagem – Lenine)

E o trânsito parou há seis anos… Parece que foi ontem que falávamos de setas e retrovisores, e nem nos demos conta de que anos se passaram.

Deparo-me com um ‘18 de setembro’ que agora já traz outras comemorações em teu calendário, não apenas os seis anos, mas um ano e seis meses de outra direção em tua vida. Início da pista dupla.

Difícil não afirmar que não me trazes mais a alegria que sentimos ao ver um semáforo verde, repleto de caminhos a seguir.

A estrada não é curta e eu bem sei o quanto a aproveitamos, passamos por praias, montanhas, igarapés e pontes. Desbravamos fronteiras. Geográficas e íntimas.

É bom lembrar essa data, traz (por um momento) a gostosa sensação de que a terra parou em função do trânsito. E eu que nem queria estar ali naquele cruzamento [que não me pertencia], fui levada de supetão a desviar o caminho.

Lembrança boa que me faz entender agora os caminhos que queres percorrer. Infelizmente parece não ser o mesmo dos meus, queria que fosse, mas não deu, né?

Tudo bem. Tenho visto as placas direcionais publicadas em outros códigos nesta mesma data e isso me faz acreditar que é realmente muito arriscado não respeitar a sinalização.

Realmente é proibido retornar.

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Cheiro e tom

julho 27, 2009

banho

 

Bom sentir o cheiro do meu sabonete na tua pele.
Agora todas as vezes que tomo banho lembro de ti…
[Como se em algum momento eu tivesse esquecido.]
 
Trazes riquezas em menos de 24 horas.
Fazes um minuto virar horas, dias, meses.
Estou falando desses agora e não dos mais de sessenta que já passamos juntos
 
Não te entendo. E quem disse que algo aqui era pra ser entendido?
Sentir é o verbo mais correto.
Sentir você por perto, próximo e dentro
 
És e serás a melhor companhia para todos os meus tempos.
Há de haver pausas, outros tempos e até troca de compassos,
Mas nossa música é eterna.
Somos um tom perfeito.
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Comemoração

junho 17, 2009

penumbra

No calendário do meu celular comemoramos uma data que passou,
Mas essa comemoração e muito mais que 12.
É 13, 14, 15, 16… Dias infinitos

Se formos contar são mais de dois mil dias juntos. O sexto dos namorados.
Agradeço por escolheres-me para estar ao teu lado,
Mas os caminhos da vida nos levam a paralelas que se encontram mais a frente
E é assim que estás agora: a minha frente…
Repetindo desculpas que já ouvi no passado e hoje nem finjo mais acreditar
Assim como não acreditas que não te controlo mais.
Mas escolhemos assim ser.

Acreditamos no que vivemos e hoje vivemos no que acreditamos
Teus olhos te denunciam um fã de minhas loucuras e
Por isso estás de volta para a minha fila do ‘gargarejo’

A moldura que imprimes é a do teu corpo colado no meu
Reproduzes as mesmas interjeições que nem precisam ser decifradas
Repetes aquilo que apenas uma, além de mim, já ouviu
Um Eu te amo acompanhado de carícias que, a olho nu, parecem brutalidades
Mas que sentida na pele é um dos carinhos que mais gosto: Dominas-me!

A lascividade de teus atos não deixa dúvida de que tudo continua ali.
Intocado, no baú de nossos segredos mais profundos
Aquilo que ninguém jamais entenderá
O porquê de continuarmos juntos depois de tantos e tantas.

Nossa imagem estampada nos reflexos entrega a qualquer expectador a sinopse desse filme
O fundo musical, escolhido por ti, vem acompanhado de legenda: ‘essa música é a tua cara, bem assim: dançando com os bracinhos pra cima’
Amo quando fazes de meu cabelo a coroa que me institui a dona do teu reino, e
Sacio-me em te ouvir dizer que nada se compara ao que temos.

Percebes o tempo do verbo que empregas?  P-R-E-S-E-N-T-E
E esse é o presente por mais essa data
Presente em ti
Presente em mim
Presente em nós

Fazes-me dormir ‘de conchinha’ como sempre, no aconchego do teu colo
Velas meu sono tranqüilo que sempre chega antes do teu!

Fim do primeiro ato: Boa noite, Fer.

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Resposta

junho 8, 2009
 Bem mais que o tempo que nós perdemos
Ficou prá trás também o que nos juntou
Ainda lembro que eu estava lendo
Só prá saber o que você achou
Dos versos que eu fiz e ainda espero
Resposta
Desfaz o vento o que há por dentro
Desse lugar que ninguém mais pisou
Você está vendo o que está acontecendo
Nesse caderno sei que ainda estão
Os versos seus tão meus que peço
Nos versos meus tão seus que esperem
Que os aceite
Em paz eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais eu fico onde estou
Prefiro continuar distante
(Skank)
 
Apreensiva por tua resposta quase não consigo concentra-me nos meus afazeres.
A suspeita do que vais dizer-me leva-me a antigos questionamentos.
Vôos incertos para destinos conhecidos, na turbulenta asa de um Carneiro alado.
A orientação requer cautela, mas leio instruções em tua fala que me oferecem um salva vidas com nova vida.
Vida que dizes não querer, mas que sempre titubeias quando coloco em nosso plano de voo.
Não sei mais qual o destino, aliás, nunca soube. Apenas conheço o caminho e este, por mais turbulento que seja, ainda me agrada.
Aguardo teu bilhete…
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O intenso brilho

junho 8, 2009

pés

É impossível no mundo
estarmos
juntos
ainda que do meu lado adormecesses.
O véu que protege a vida
nos separa.
O véu que protege a vida
nos protege.
aproveita, pois,
que é tudo branco agora,
à boca do precipício,
neste vórtice
e fala
nesta clareira aberta pela insônia
quero ouvir tua alma
a que mora na garganta
como em túmulos
esperando a hora da ressurreição,
fala meu nome
antes que eu retorne
ao dia pleno,
à semi-escuridão

Adélia Prado

Para encerrar a noite, em quase dia, onde,
                                  [mesmo entendendo porquês]
 insisto em estar ao teu lado.
Mas adormecerei em calmaria,
como barco levado por águas tranquilas.
Levado pra longe…
Talvez longe de você!