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A Regente

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Nasci Fernanda Pacheco Marques, em um 8 de setembro a alguns anos atrás.
No mesmo dia em que Igreja Católica comemora o nascimento de Nossa Senhora, talvez por isso eu tenha sido abençoada com uma mãe maravilhosa chamada Maria de Nazaré.
Sou a mais velha de 4 irmãos, 3 meninas e um menino.
Família unida mesmo estando longe, unida por um amor celeste que Deus colocou de forma especial em cada um de nós.
Minha história começa em Belém do Pará, cidade das mangueiras, do carimbó e do tão famoso açaí.
Ali brinquei, cresci e me formei em comunicação social há 12 anos. Época também em que comecei minha vida profissional. Belém também foi o meu ponto de partida para o mundo.
Comecei por onde o Brasil começou: em Salvador fiz mestrado em comunicação e também nas artes, em especial em fazer arte, principalmente aquela chamada carnaval.
Trabalhei com arte e por que não dizer que artista sou?
Gosto de cantar, dançar e atuar. Sempre fui muito mais dos palcos que dos bastidores, desde pequena minha mãe já dizia: Essa menina é tão ‘apresentada’, não sei pra quem ela puxou!
 

Da Bahia fui para São Paulo, onde me especializei em mídia trainings, stakeholders, mailling, press release, check list, targets e outras infinidades de termos técnicos da área de comunicação. Na maior metrópole brasileira cresci profissionalmente e pessoalmente, conheci um mundo fascinante de cultura, música, teatro, cinemas e é claro, de ‘bussiness’.
Passei por Belo Horizonte, mas confesso que não gostei muito e por isso, que me desculpem os mineiros, de lá não vou escrever mais do que esta linha.
Continuando nas estradas da vida cheguei ao Rio de Janeiro, cidade maravilhosa que me deu amigos, amores e a oportunidade única de conhecer melhor um ídolo.
Gosto de ler, de ler tudo: bula de remédio, classificados, e até  shampoo durante o banho, mas gosto mesmo de poesia, de Florbela Espanca, Maiakóvisk, Leminsk, Lispector, Vinícius, Drummond e Fernandos, o Pessoa e um outro aí…
Escrever é a minha terapia, uma forma de registrar sentimentos, aventuras, dores, alegrias e principalmente, de reler a vida, escrevendo um capítulo diferente a cada dia.
Estudei música durante sete anos da minha adolescência, por isso digo que música é o combustível da minha alma, mas devo confessar que tenho uma alma um pouco antiga: meus ouvidos preferem o Jazz de Milles Davis, Ella Fitzgerald, Billiy Holliday e Louis Armstrong, ou ainda de: Cartola, Noel, Elizete Cardoso, Dolores Duran, Vinícius, Tom, Nara, Baden, Toquinho, Caetano, Chico e todos os velhos baianos.
Para não dizer que sou tão velha vou citar também Zeca Baleiro, Lenine, Marisa, Vanessa da Mata, Paulinho Moska e é claro o meu amado Djavan.
Mas se rolar samba, chorinho, reggae, funk, pop, rock, bolero, salsa, merengue, valsa ou qualquer outro ritmo acompanhado de muita diversão pode me chamar que eu vou. Vou dançar, cantar, pular e brincar. Como já disse: música é o combustível da minha alma.
Defeitos? Muitos: ciumenta, ansiosa, metódica, possessiva, um pouco egoísta e perfeccionista. Sim, ser perfeccionista no meu caso é um defeito, pois se alguma coisa sai fora do meu planejamento fico tão estressada, que por um instante deixo de ser a Fernanda doce, meiga e sorridente que a maioria conhece.
Viajar é uma palavra mágica em meus ouvidos, gosto de viajar seja pra onde for, de Moju a Barcarena, de Norte a Sul, das Américas a Europa. Viajo sempre! Seja pela terra, pelo mar, pelo ar e principalmente em meus pensamentos. Sou capitã da minha nau onde meu destino é sempre uma interrogação, na verdade acho que tenho asas em vez de braços…
Gosto de esportes radicais. Já fiz rafting, rapel, cannioning e rally, mas atualmente mal tenho sido fiel a minha academia. Sou movida a desafios e sempre quero aprender algo novo, talvez isso justifique o meu desejo de já querer ter sido professora, bailarina, aeromoça, freira, médica, psicóloga, agrônoma, cantora, chefe de cozinha, professora de educação física e arquiteta.
Meu próximo empreendimento? Ser mãe. Mas enquanto esse dia não chega, tenho aprendido a ser eu mesma, no interior do meu interior, conhecendo pessoas, e descobrindo a beleza que há numa rocha chamada bauxita e nos diversos aprendizados preciosos que esse minério tem me trazido.
Uma frase? ‘Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi’. Em homenagem aos 50 anos de carreira do Rei, comemorados ontem.
Plagiando Fernando Pessoa digo que ‘sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram’, mas com certeza, depois de tudo isso, posso dizer que sou Fê… Feliz!
* Publicado em 23 de março de 2009, às 3:01

3 comentários

  1. Adorei teu texto. Acho que nunca li algo tão honesto. SAudades.


  2. Fê….amei o blog e obrigada pela mensagem.
    Aproveitando o momento, desejo a vc um bom Círio e que Nossa Senhora de Nazaré lhe ilumine sempre.
    Bjs


  3. Te achei…Meu Anjo… Fiquei Fê-liz



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